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segunda-feira, 20 de julho de 2009

2010: PP FECHA COM WAGNER E TERÁ MAIS UMA SECRETARIA

O PP terá mais uma secretaria no governo de Jaques Wagner e acaba de fechar, também, o apoio à reeleição do petista. O compromisso foi selado durante encontro encerrado há pouco, no Palácio de Ondina. A cúpula do PP baiano considerou mais do que produtivo o café da manhã com Wagner.
O partido já comanda uma das pastas mais cobiçadas no governo, a agricultura. Durante o encontro, o governador disse que as mudanças no secretariado não se limitarão à ampliação de espaço ao PP, que tem como presidente baiano o deputado federal Mário Negromonte.
Na semana passada, o secretário-geral do PP na Bahia, Jabes Ribeiro, havia dito que a tendência do PP era a de fechar aliança eleitoral com Wagner, mas ainda haveria discussão interna. O acordo acabou sendo selado hoje.

Novo partido será criado esta semana

Será anunciada nesta semana a criação de um novo partido, o Partido Socialista da República (PSR). A legenda nasce com 3 deputados federais, 6 estaduais e 2 distritais. Só falta colher as 500 mil assinaturas necessárias para o registro. Os 3 representantes do novo partido na Câmara dos Deputados serão Silvio Costa (PMN-PE), Bispo Rodovalho (DEM-DF) e Manoel Júnior (PSB-PB). Em comum, todos estavam sem ambiente nos atuais partidos. Informações da Folha.

‘É um crime o que estão fazendo com o PMDB’, diz Pedro Simon

“São uns terrores.” É assim que o senador Pedro Simon (PMDB-RS) se refere às lideranças de seu partido, a quem acusa de se deixar cooptar em troca de “vantagenzinhas” e “favorzinhos”. Descrente do futuro do partido, o ex-governador do Rio Grande do Sul diz que “é uma crime o que estão fazendo com partido”, citando nominalmente as lideranças na Câmara (Michel Temer, presidente da Casa; Henrique Eduardo Alves, líder da bancada), no Senado (José Sarney, presidente da Casa; Renan Calheiros, líder do partido) e no governo (Geddel Vieira Lima, ministro da Integração; Edison Lobão, Minas e Energia). De acordo com Simon, o partido foi cooptado primeiro por Fernando Henrique Cardoso depois por Lula em troca de “favorzinhos” e “vantagenzinhas”. “Porque nenhum partido tem interesse de ver o PMDB crescer”, diz. Leia a seguir trechos da entrevista. Informações do Estadão.

O PSDB tenta a duras penas fechar uma aliança com o deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ), candidato a prefeito derrotado nas eleições cariocas de

O PSDB tenta a duras penas fechar uma aliança com o deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ), candidato a prefeito derrotado nas eleições cariocas de 2008, para tentar efetivar um palanque no Rio de Janeiro para a sucessão presidencial no próximo ano. O partido deverá abrir mão de um nome próprio e efetivar o apoio a ele. A estratégia é tê-lo como pleiteante ao governo fluminense para que a campanha dos governadores José Serra (SP) ou Aécio Neves (MG) não seja engolida pelo PT no estado. Os petistas contam com pelo menos três adeptos, inclusive o atual governador Sérgio Cabral (PMDB). O problema é que Gabeira pretende disputar o Senado, e o presidente da legenda no Rio, vereador Alberto Sarkis, é completamente contrário à união entre tucanos e verdes.

domingo, 19 de julho de 2009

A pedido de parlamentares, presidenciável José Serra adia sua vinda à Salvador para o próximo dia 10 de agosto

O desembarque do governador de São Paulo, o tucano José Serra - provável candidato à Presidência pela oposição em 2010 - em solos baianos foi adiado para o próximo dia 10 de agosto, quando celebra um convênio de Relações Tributárias com o governador Jaques Wagner. A vinda de Serra estava marcada para o dia 8 de agosto, mas como a Assembleia Legislativa da Bahia ainda estaria em recesso, os deputados do DEM e do PSDB solicitaram a transferência da data porque não conseguiriam acompanhar a sua visita na capital baiana.
De acordo com o presidente estadual do PSDB, Antonio Imbassahy, o Instituo Miguel Calmon (IMC) também está acertando a vinda de Serra à Bahia para uma palestra na Associação Comercial, a ser definida entre os dias 27 ou 28 de agosto, ou 2 de setembro. "Serra tem uma agenda muito intensa pelo interior de São Paulo, por isso está sendo complicado agendar um compromisso na Bahia, mas sem dúvida, ele virá", assegurou.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

PT sugere que Sarney se licencie da presidência

Reunida na tarde desta quarta-feira (8), a bancada do Partido dos Trabalhadores no Senado sugeriu um redução progressiva de até 60% nas despesas com pessoal e a extinção de três órgãos do Senado - o Instituto Legislativo Brasileiro, a Universidade do Legislativo (Unilegis) e o Interlegis (comunidade virtual do Poder Legislativo). A bancada entende que esses órgãos podem ser substituídos por 'uma estrutura mais racional'.
Em nota lida ao final do encontro pelo líder Aloizio Mercadante (SP), os senadores reafirmam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a liderança do partido não exigiram que os senadores petistas 'abdicassem de suas posições individuais' sobre um pedido de licença do presidente do Senado, José Sarney. Os senadores reafirmaram a sua idéia de sugerir ao presidente Sarney que se licencie temporariamente, 'num gesto de grandeza e de garantia à credibilidade das investigações'. Entretanto, ponderaram que, a exemplo do que opinaram os outros partidos, a licença é uma decisão que cabe unicamente a Sarney. Informações da Agência Senado.

Honra ao demérito

De Dora Kramer:
Na reunião dos senadores do PT com o presidente no Palácio da Alvorada, sexta-feira passada, Luiz Inácio da Silva tentava convencer os correligionários a não pedir o afastamento de José Sarney da presidência do Senado e a abraçar a tese da diluição de responsabilidades, quando deu um xeque-mate no mais longevo senador da bancada.
"Depois de 18 anos lá dentro, ninguém vai acreditar que você não sabia o que acontecia no Senado", disparou na direção de Eduardo Suplicy.
Pela lógica, tinha razão. Mas, como muita gente acreditou que Lula depois de 25 anos no comando do PT não sabia que o partido abastecia o caixa 2 das campanhas eleitorais de partidos aliados para garantir maioria ao seu governo no Congresso, o PT também teria o direito de simular surpresa com os desmandos do Senado.
Inclusive porque, até o senador Tião Viana falar umas verdades na edição da revista Veja desta semana, o partido não só havia se associado à indiferença geral diante de alertas de que o Senado caía de podre, como nunca impusera reparos ao modo do governo petista de sacramentar os velhos vícios do Parlamento.
"O Legislativo não sobreviverá se continuar funcionando apenas na base do beija-mão do governo", disse o senador, apontando, pela primeira vez e com uma precisão que nem a oposição jamais foi capaz de fazer, o papel que o atual governo jogou na acentuada deterioração de um processo já em vias de degradação gradativa.
"Os partidos estão mais fracos e deteriorados do que antes", constata ele, dizendo-se frustrado por Lula não ter compreendido que ao chefe de um Estado cabe a tarefa de zelar pelo vigor das instituições e nada ter feito para "evitar a desconstrução e a perda moral do Congresso".
Uma fala institucionalmente importante, politicamente benéfica, socialmente responsável, partidariamente corajosa. Mas, recebida com ressentimento. Tanto que a decisão do governo foi ignorar as palavras do senador. Como se fosse ele o ponto fora da linha, o transgressor, o traidor.
Bons, dignos de deferência, homenagens e atenções, são os arquitetos da obra ora em demolição involuntária.
Tião Viana passa, assim, a integrar aquele grupo de pessoas que dizem as coisas como devem ser ditas, dão às evidências seus nomes reais, mas acabam tratadas como pústulas a expulsas de um organismo que, não obstante a podridão explícita, inverte os papéis e faz pose de saudável.
Acusam-no de chorar o pranto dos derrotados. Ou de tentar ocultar as próprias mazelas expondo as doenças do vizinho.
Antes dele, dois outros senadores haviam feito duras, mas realistas análises sobre a situação do Congresso em geral e do Senado em particular, em entrevistas à mesma Veja.
No ano passado, Garibaldi Alves estava na presidência do Senado quando disse que a Casa estava "na UTI". Ou seja, era doente terminal. "Ninguém no mundo político percebe que esse desapreço pelo Poder Legislativo está minando suas bases de sustentação e que a qualquer hora poderá haver um momento de maior tensão, de crise entre os Poderes."
A leniência do Congresso consigo, alertava Garibaldi, lhe subtrai autoridade para fiscalizar os outros Poderes. O então presidente do Senado falava dos males do coleguismo, do quanto a absolvição do senador Renan Calheiros havia penalizado o Legislativo, da necessidade de se fazer "uma faxina dentro de casa", da distorção da função parlamentar.
"A maioria dos parlamentares segue a lógica de votar com o governo, de liberar umas emendazinhas, emplacar um cargo para um aliado e colher os dividendos na eleição seguinte. Os políticos se contentam com isso e fazem um mal danado ao Legislativo. A Casa pode desmoronar do jeito que vai."
Alguém se impressionou? Ao contrário, atribuiu-se a manifestação do senador do PMDB a planos de se candidatar de novo ao cargo de presidente do Senado.
Da mesma forma, o senador Jarbas Vasconcelos, quando apontou o fisiologismo e a corrupção reinantes no PMDB, ficou relegado ao limbo das vozes isoladas.
Mas, na ocasião, logo após a eleição de José Sarney, alertara para o significado do ato corroborado pela maioria: "É um completo retrocesso. Ele não vai mudar a estrutura política nem contribuir para reconstruir uma imagem positiva da Casa. Sarney vai transformar o Senado em um grande Maranhão."
Alguém se emocionou? Alguns sim, mas só em discursos de apoio a Jarbas Vasconcelos no plenário. Para todos os efeitos, era o dissidente irado, de temperamento "difícil", posando de "vestal" e zombarias do gênero.
É de se perguntar o que de tão grave e desairoso há na ética e na seriedade na política para que seus defensores sejam tratados como se fossem eles os algozes, enquanto se celebra a sagacidade e o poder de fogo do nefasto batalhão do atraso, cujo único compromisso é com o que existe de mais errado.
Fonte: O Estado de S. Paulo

segunda-feira, 6 de julho de 2009

EXCLUSIVO: Sérgio Gabrielli foi outro baiano triturado por Dilma Roussef

O ex-presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi, não foi o único baiano vítima do temperamento agressivo e grosseiro da ministra Dilma Roussef (Casa Civil). O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, já foi levado a chorar pela ministra.
É o que revela matéria das jornalistas Isabel Braga e Luíza Damé, publicada no Globo Online da última sexta-feira e reproduzida no site do jornalista Reinaldo Azevedo, um anti-petista convicto.
Segundo a reportagem do jornal, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, “já foi visto chorando, após ser humilhado por Dilma, certa vez, numa conversa telefônica”. O texto diz também que os embates entre os dois são freqüentes.
O motivo é que Dilma se comportaria como “chefa” do presidente da maior empresa da América Latina, já que preside o Conselho de Administração da Petrobras, diz a reportagem, que indica ainda que o pedido de demissão de Luiz Antonio Eira passou a preocupar os peemedebistas.
Eira pediu demissão da secretaria executiva do Ministério da Integração Nacional, comandado por Geddel Vieira Lima, depois que foi destratado pela ministra numa reunião da qual participaram empresários e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).
Segundo a matéria, para os (peemedebistas) que defendem o apoio do partido à candidatura de Dilma em 2010, “episódios como esse, em que ela foi grosseira em público com o funcionário, reforçam o argumento dos que querem a aliança com o PSDB de José Serra e os que têm um pé atrás com Dilma devido a seu gênio forte.”
A reportagem afirma ainda que o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, amigo de Dilma, costuma responder com bom humor às cobranças mais incisivas e aos “gritos” dela. Recentemente, numa reunião do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, Dilma deixou atônitos os governadores tucanos José Serra (SP) e Aécio Neves (MG) ao dar uma bronca em Bernardo, conta o texto.
“Dilma não poupa adjetivos quando o trabalho realizado não lhe satisfaz. Imbecil é uma das palavras mais usadas por ela ao ver ordens não cumpridas”, conclui a reportagem. Cruz credo!
Fonte: http://www.politcalivre.com.r/

domingo, 5 de julho de 2009

Por apoio a Sarney, Lula constrangeu Suplicy em jantar com petistas

No jantar em que pressionou os senadores a apoiarem a permanência de José Sarney na presidência do Senado, o presidente Lula teria constrangido o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), segundo a Folha. “Ô, Suplicy, você acha que alguém vai acreditar que você, há quase 18 anos ali, não tinha ideia do que acontecia no Senado?”, perguntou Lula, deixando o petista rubro. No mesmo encontro, Lula fez também os senadores rirem, segundo o jornal. O presidente, que voltara de viagem à Líbia, disse que, após tantas plásticas, o ditador da Líbia, Muammar Gadaffi, “está a cara do Cauby Peixoto”.
Fonte: www.politiclivre.com.br

PT SE DESINTEGRA

"Governabilidade é a palavra mágica que se traduz por cinismo, desfaçatez, falta de vergonha e pelo definitivo enxovalhamento daquele partido que nasceu às portas das fábricas do ABC paulista, lustrado pela intelectualidade e pela Igreja Católica, através das comunidades eclesiais de base, que surgiram à sombra do Concílio Vaticano II, em 1965. Uma legenda que tinha um barbudo com um dedo a menos na sua liderança acenando com uma estrela, uma bandeira vermelha e propondo ética e mudança na política brasileira". Clique aqui e leia na íntegra o comentário de Samuel Celestino no A Tarde deste domingo (5).

Deu na Folha, sob o título “Docinho”: “Além de Lula, há hoje um seleto grupo de políticos poupados dos rompantes de Dilma Rousseff: são os caciques do

Deu na Folha, sob o título “Docinho”: “Além de Lula, há hoje um seleto grupo de políticos poupados dos rompantes de Dilma Rousseff: são os caciques do PMDB, em especial da Câmara. Com eles, a ministra é só gentileza. Sabe que ali será decidida a aliança para sustentá-la em 2010.”

sábado, 4 de julho de 2009

O CHICOTE DE DILMA

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, já fala como se poder fosse, e desandou, perdeu as estribeiras e saiu em defesa, acompanhando Lula, do presidente baledo do Senado, José Sarney. Deprimente. A ministra tem perdido as estribeiras, tem agido com arrogância, prepotência, desancado aliados, em momentos que chegam à "grosseria", segundo a mídia, como o fez, recentemente, com o secretário executivo do Ministério da Integração Nacional, que não engoliu os dixotes e resolveu pedir demissão do cargo. Não compete a Dilma este papel. Se ela chegar à Presidência, também não caberia, porque um poder não pode interferir na soberania do outro. Dilma anda muito zangada e pouco zen. Quer ser a mãe, não do PAC, mas do chicote para açoitá-lo como entender no lombo dos companheiros e de quem passar à frente. Calma. O caminho não é esse. Um pouco de civilidade gaúcha é necessário. Como quer voto vestindo a roupa de mandona? Sarney está sob guarda de Dilma e de Lula. Bom Sarney colocar à frente da sua mansão não declarada, no valor de R$4 milhões uma placa: "Cuidado com o cão". Fica bem apropriado. Nem Agaciel Maia terá coragem de pular o muro.
(Same Celestino)

ACM Neto diz que irritação da ministra é alerta para aliados

Deu no Tiroteio da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo: “É um alerta aos aliados da ministra. Se, como segunda pessoa mais forte do governo, ela age dessa maneira, imagine se chegar à Presidência”. Quem fez esta afirmação foi o deputado federal ACM Neto (DEM) a respeito do pedido de demissão do secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional, Luiz Antonio Eira, depois de ter sido destratado por Dilma Rousseff.

PT recuou sobre saída de Sarney por eleição, diz líder do DEM

O líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), divulgou nota em seu blog, em resposta às afirmações feitas na sexta-feira pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, sobre a crise no Senado. O senador comentou a posição do PT em relação à saída do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), e disse que o partido recuou pensando na eleição. “O Palácio do Planalto está obrigando a bancada do PT a mudar de posição, pensando na eleição de 2010 e nos imprescindíveis votos do PMDB para garantir a maioria na CPI da Petrobras e na CPI das ONGs”, disse Agripino. Informações do Portal Terra.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

PT defende o afastamento de José Sarney por 30 dias.

O Senador Aloísio Mercadante da tribuna do Senado, traduzindo o sentimento da bancada do PT, acaba de defender o afastamento do Presidente do Senado José Sarney por 30 dias.

Bancada do PT pedirá o afatamento de Sarney

A bancada do PT se reunirá com o presidente Lula e informará que pedirá oficialmente o afastamento do Presidente do Senado José Sarney.
Em reunião ontem com os petistas Sarney deixou claro que não aceita afastamento provisório. Não houve acordo. O PT sugere o afastamento de 30 dias do Senador José Sarney e irá formalizar o pedido.

PEC que cria cargo de juiz eleitoral será analisada por Colbert Martins

Membro da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, Colbert Martins Filho (PMDB) será o responsável por analisar a admissibilidade da PEC 358/2009, do deputado Geraldo Magela (PT-DF), que cria o cargo específico de juiz eleitoral, altera a composição dos tribunais da Justiça Eleitoral e inclui três magistrados vinculados a esse ramo do Judiciário no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A PEC permite aos juízes de direito continuarem exercendo a função de juízes eleitoraais apenas nos municípios com menos de 50 mil habitantes. Nos demais, deverão assumir o ofício um juiz eleitoral de carreira. Hoje, em todas as Comarcas, o juiz eleitoral é um juiz de direito indicado pelo respectivo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Não há uma carreira específica de juiz eleitoral.
Fonte: www.politicalivre.com.br

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Reunião com Sarney termina e PT reúne bancada

O líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), e a líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC), afirmaram no fim da manhã que estão construindo um caminho na tentativa de solucionar a crise no Senado. Depois de uma hora e meia de reunião com o presidente do Senado, José Sarney, na residência oficial, os dois petistas disseram que vão levar uma proposta para a reunião da bancada, marcada para as 13 horas. Eles não anteciparam, porém, que proposta seria essa.
O líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), que também participou da reunião com Sarney, disse que não há fato novo. Também participaram do encontro o deputado Sarney Filho (PV-MA) e o vice-líder do governo no Senado, Gim Argello (PTB-DF). Eles avaliaram a diminuição do apoio a Sarney, por parte das bancadas, depois de novas denúncias de irregularidades. Informações da Agência Estado.

ITAMAR DE VOLTA PELO PPS

O ex-presidente Itamar Franco, um dos mais folclórico da história do Brasil, vai voltar à cena política na próxima segunda-feira (6) para se filiar ao PPS. O partido, presidido por Roberto Freire, receberá o político para a disputa das eleições de 2010, mas ainda não se sabe que cargo Itamar deseja. Mas pistas não faltam. “Com certeza não é deputado federal”, declarou Freire, já abrindo as especulações para governador ou senador, provavelmente pelo estado de Minas Gerais. Só que o presidente da legenda também não esconde que o então peemedebista tenha lenha o suficiente para queimar em uma eventual disputa à presidência.
(Lucas Esteves)

PSDB PEDE TAMBÉM SAÍDA DE SARNEY

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, assumiu a tribuna da Casa no final da tarde de ontem para anunciar a posição do seu partido: pela imediata licença do senador-presidente, José Sarney, até que tudo seja apurado, através de uma comissão de alto nível, nomeada pelo próprio Sarney, "para passar a limpo a Casa". Informou também, que o presidente do seu partido, Sérgio Guerra, fez um apelo pessoal a Sarney, olho no olho, para que se licencie temporariamente, e sua resposta foi "não". Duro, Arthur Virgílio chamou o afastado ex-diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, de "rato", e anunciou que todos eles (os apaniguados) a partir de agora conhecerão o peso quintuplicado da sua voz. É guerra pura.
(Samuel Celestino)